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Fiz meu marido comer minha amiga

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Meu apelido é Malú. Sou bem coroa, com 1,63m, cheinha, cabelos escuros e lisos. Tenho um bumbum muito elogiado e cobiçado. O rostinho é um sucesso no Badoo e Facebook. Não tive filhos. Talvez por isso os seios são firmes e os biquinhos rosados. Quem provou minha xaninha sempre diz que é muito apertadinha, mesmo quando toda melada.

Sou bem casada com Moacir. Mais de duas décadas de amor recíproco. Hoje ele é meu amante predileto. Mas não foi sempre assim. Até dez anos atrás ele era bem quadrado em matéria de sexo. E eu, uma esposinha fiel e insatisfeita. Tudo começou quando reencontrei uma colega de colegial e acabei pulando a cerca, aventura essa narrada no relato ¨O primeiro chifre no meu marido¨.

Minha amiga Nice e seu esposo Flávio, eram bem liberais, com muitas sacanagens no currículo. Contei a ela que eu tinha transado com um estranho. O mesmo que tinha comido ela. E me sentia péssima por ter traído Moacir. Nice me consolou, dizendo que eu era uma tolinha por ter perdido tanto tempo. E que deveria compensar meu marido, deixando-o me chifrar. Assim, o sentimento de culpa recíproca seria anulado.

¨-Deixa comigo!¨, disse a safadinha. Ela iria seduzir meu marido. Na hora achei a idéia excelente. E começamos a planejar a trama. Eu seria a cumplice. Moacir a vítima. Lembrei das pegadinhas que passam em programas de TV. Tudo parecia meio insano, todavia causava em mim uma estranha excitação.

Na noite seguinte, após o jantar, Nice aparece em casa, toda agitada. Dizia que tinha brigado com Flávio e saído de casa. Xingava o marido, dizendo que tinha pego ele na cama com uma vizinha. E que ia dar o troco. Com o primeiro homem que aparecesse! Sua veemencia era impressionante. ¨Mas que grande atriz! Devia atuar no teatro¨, pensei. E eu no papel da consoladora, a abraçava, tomava seu partido e dizia que se fosse comigo, meu marido estava ferrado! Ela dizia que iria se separar e eu, logo eu, a infiel, a apoiava!

Logo após, a campainha soa. Nice dá um pulo no sofá e antes de correr para o banheiro diz:

- Deve ser o Flávio! Diga pra aquele patife que vocês não me viram! Não quero falar com aquele desgraçado!

Moacir atendeu o marido da Nice. Meio constrangido me chamou à porta.

Flavio era outro participante da trama. Falei que não tinha visto a Nice. Perguntei o que tinha acontecido. Ele disse que tiveram uma discussãozinha. Prometí avisar se ela ligasse ou aparecesse em casa. Com o coração batendo acelerado, dei uma piscadela. Flávio foi embora.

Estava combinado que Nice ficaria uns dias em casa. Moacir não estava gostando muito da história. Visitas em casa sempre tiravam nossa privacidade. Mas deve ter mudado de idéia quando Nice saiu do banho. A danadinha vestia uma camisola curta, preta e calcinha da mesma cor, que realçava a sua pele alva e cabelos loiros. A lingerie transparente dava para entrever os seios redondos, fartos e apetitosos. As pernas bem torneadas, com coxas roliças atraíram o olhar do meu marido, que tentava disfarçar a atração exercida.

Como sou alérgica a pó, nas crises de coceira costumo tomar um anti-histâmico chamado polaramine. E esse remédio me dá muito sono. Fingí que estava numa dessas crises e simulei tomar duas drágeas. Estávamos assistindo TV na sala. Eu depois de arrumar o quarto de visitas, bocejando, dizendo o quanto sonolenta estava. Nos retiramos eu e Nice para os quartos.

Moacir ficou sozinho na sala. O danado ligou o DVD e colocou um filme pornô. Fiquei no corredor espiando e Nice foi ¨tomar água¨ na cozinha. Ela passou pela sala e meu marido, todo atrapalhado, mudou de canal rapidinho. O volume da parte de baixo do pijama denunciava seu estado de excitação.

Nice como não quer nada se aproximou. Com aquela conversa mole foi se exibindo para Moacir. Pensei que meu marido fosse resistir mais. Um tanto decepcionada, notei que ele já partiu para o ataque, beijando minha amiga, desnudando-a, acariciando o corpo dela por inteiro e caindo de boca na xoxotinha dela. Saboreava a rachinha de Nice, com vontade, fazendo até barulho.

¨Bandido! Comigo só dá umas lambidinhas e já mete o pinto¨, pensei. ¨Cornudo! Bem que mereceu o chifre que botei¨. Sentia um misto de raiva e cíume ao vê-lo chupar minha amiga com tanto entusiasmo.

Nice sentada no sofá, de pernas abertas e para o alto. Gemendo e gostando. Moacir ajoelhado no chão, com a cabeça entre as virilhas dela, abraçado àquelas coxas, mantendo-as afastadas. Impedindo que ela as fechasse abruptamente a cada orgasmo. Comigo ele nunca tinha feito daquela maneira. Canalha mesmo!

Ele a penetrou e sem camisinha! De onde estava tinha uma visão privilegiada. Nice na posição de franguinho assado, com as pernas nos ombros do meu marido. Conforme as nádegas de Moacir descia e subia, dava para ver nitidamente os lábios inchados da buceta dela envolvendo o pau e o buraco engolindo a rola. Como sempre ele gozou logo. E quando tirou o cacete, deu para ver o filete de porra escorrendo até o rego dela. A sacana da Nice permaneceu imóvel na mesma posição, mostrando de propósito para mim.

Estranhamente sentí uma quentura no fundo da minha bucetinha. Passei a mão para acariciá-la e a sentí úmida. Meu melzinho já escorria de tesão. Comecei a me masturbar.

Nice abocanhou a pica meio mole do meu marido e limpou tudo. Enquanto o masturbava, dava espremidinhas leves, arrancando cada gota de esperma ainda dentro do canal, sugando o máximo. Lambia as bolas, subia de novo na cabeçorra, masturbava o penis com os lábios. Ela se deliciava, sabendo que eu estava assistindo. Às vezes olhava para o corredor escuro. Olhava para Moacir com a rola na boca e novamente em minha direção.

Meu maridinho estava tendo nova ereção. Ah, e o desgraçado, comigo dava uma só e boa noite! Nice ficou de quatro no sofá, empinou a bundinha e exagerando no tom de voz safada e dengosa, oferecia o traseiro para Moacir. E ele mais do que depressa se posicionou por trás dela.

Segurando a rola, apontou para o buraquinho da safada da Nice e penetrou o rabinho dela. Notei que entrou fácil. Ela se fazendo de rogada, gemia dizendo que estava doendo, que estava rasgando e ao mesmo tempo falava para meter tudo, para arrombar o cuzinho dela! Dessa vez quem urrou foi ele, quando gozou. Nunca tinha visto meu marido, tão tarado daquele jeito.

E mais uma vez, Nice me provocou, abrindo bem as maçãs da bunda, mostrando para mim seu anus, onde já não se via as pregas e sim um buraco aberto. E piscava ele de propósito, fazendo sair o semen que meu marido tinha acabado de depositar alí. E eu na siririca, acabei gozando de novo.

Na manhã seguinte, Nice levanta bem humorada, dizendo que dormiu maravilhosamente bem. E que decidiu ¨perdoar¨ o Flávio, pois foder não arranca pedaço. E olhando para Moacir, ¨que lavou tá novo!¨. E ele com a maior cara de inocente, procurando não dar bandeira.

Nice ligou para Flávio que veio buscá-la. Depois desse dia, meu marido que falava mal da Nice, sempre que podia, a elogiava. Na cama passou a ser mais assíduo e cada vez melhor amante. Seria sentimento de culpa? E me ¨traiu¨ muitas outras vezes com ela. Nice me contava em detalhes cada transa. Eu estava ficando em desvantagem.

Minha amiga disse que Flávio, seu marido me desejava. Eu já tinha notado seu olhar insinuante, percorrendo meu corpo. Nos beijinhos de cumprimento, cada vez mais próximo da minha boca, quase um selinho. E as mãos nas minhas costas, acariciando-as libidinosamente. Nice comentara que ele tinha uma ferramenta considerável, bem maior e mais grossa que Moacir.

Eu estava querendo dar para ele. Um pouco talvez para me vingar dela. Por mais amigas que fossemos, nós eramos por natureza, duas femeas rivais e competidoras. Me irritava o jeito feliz de Moacir. A sua mudança. Antes eu tinha que insistir para ele cortar as unhas e tingir os fios brancos do cabelo. Agora ele frequentava um salão de beleza. E cara de pau, ainda dizia que imitava o portugues Cristiano Ronaldo. Que a onda era ser metrosexual. Só saía de barba bem feita e perfumado. Agora comprava roupas de griffe e outras frescuras. E pior: ele que detestava samba, andou até comprando CDs do Raça Negra.

Abrí o jogo para minha amiga. Disse que queria experimentar o pau enorme do marido dela. Nice concordou de imediato. Aliás, desde o início esse era o plano dela e de Flávio. Disse que já aventara essa hipótese com meu marido, em suas transas. Tinha falado para Moacir que se seu marido descobrisse, a matava. Sugeriu que desse um jeito dele me comer também e assim não teria problemas. Meu marido não gostou da idéia.

Para acelerar o processo, um dia Flávio ¨flagrou¨ os dois em sua casa. Esbravejou e ameaçou ¨contar¨ tudo para mim. Quase agrediu a Nice, xingando-a de puta, vadia e cadela. Ela por sua vez, insinuava que ele, Flavio tinha me comido. Moacir tentava apaziguar os animos enquanto se vestia. A cena deve ter sido hilariante. O marido de Nice dizendo que, já que ela suspeitava, agora que iria mesmo transar comigo. E só assim perdoaria os dois.

Os dias passando. Eu me sentia uma personagem de um filme com trama diabólica. Mantinha a pose de esposa fiel e recatada. Ninguém diria que eu já tinha saído com outro. E sentido na bucetinha a rola torta de outro macho. Moacir e Nice deram um tempo. Meu marido constrangido, sempre que nos encontrávamos.

Flávio sim, cada vez mais atrevido. Sua ousadia era tanta que nos cumprimentos já me beijava levemente na boca. E suas mãos, descaradamente, exploravam as curvas do meu corpo. Sempre que podia, me encoxava. E ainda por cima olhava para o corninho do meu marido. Em um jantar dançante, Nice foi com um mini-vestido, sem calcinha. E enquanto eu dançava com Flávio, ela me disse que Moacir a bolinou por baixo da mesa.

Nessa conversa de banheiro, eu devolví contando o quanto fiquei molhadinha, sentindo a rola dura de Flávio espetando minha barriga. Afinal ele é um homem alto, forte, sempre perfumado e segundo a própria esposa, muito bom de cama. Os fios de cabelo branco, principalmente nos lados, encima das orelhas, dão um charme especial. Meu marido pode até ser mais bonito de rosto, mas no total, nessa troca eu é quem ia sair ganhando...

Numa noite, Nice aparece em casa com o Flávio. Convidei-os para jantar. E me divertia, vendo o ar contrariado do meu marido. A putinha da minha amiga, veio toda produzida. Ela que no dia-a-dia anda com os cabelos loiros e lisos sempre presos, veio com eles soltos, esvoaçantes. Com certeza tinha feito escova no cabelereiro.

Com um vestido tubinho preto, curto e justo, bem acinturado. Sandálias pretas de salto alto, ornado com enfeites dourados. No pescoço uma gargantilha preta, brilhante, apenas para realçar o decote onde seus seios volumosos pareciam querer saltar para fora. ¨Que vadia¨, pensei. E ela provocando meu marido e ¨jogando¨ o marido dela para cima de mim.

Minha xaninha de úmida passou a ficar molhada, antevendo o que viria a seguir.

Depois do jantar, ficamos conversando coisas picantes e de duplo sentido. Nice inventou que estava esperando um e-mail importante e pediu nosso computador emprestado. Como meu marido ainda não sabia que eu já estava tão familiarizado com a net, foi com ela até o escritório, ligar o computador para ela. Bem, pode imaginar o que a safada da minha amiga fez com meu marido, a sós.

Flávio me agarrou e deu um beijo profundo, delicioso. Não só correspondí, como aproveitei para apalpar sua ferramenta, naquela altura em ereção total. Por cima da calça deu para sentir o volume considerável. Soltei a fivela do cinto, desabotei o cós, abaixei o ziper e libertei seu mastro. Uma pica enorme surgiu ante meus olhos arregalados.

Tinha visto vários cacetes gigantes em filmes, mas, ao vivo era diferente. Era uma rola grossa, inchada, com as veias pulsando. Dava para pegar com as duas mãos. Era muito, mas muito maior que a pica do meu marido. Dei um beijo na cabeçorra e tive que abrir totalmente a boca para colocá-la dentro. Flávio começou um movimento de vai-e-vem, fodendo minha boquinha. Não precisou entrar nem a metade para atingir a garganta, me sufocando.

Nos despimos loucamente. Nem me preocupei com Moacir. Sabia que ele estava ocupado com a Nice. Aliás, queria que o corninho me flagrasse, botando chifre nele. Flávio me chupou maravilhosamente bem. Gozei alucinada, sem me importar com o escandalo. Meus gemidos ecoavam pela casa inteira.

Flavio me fez apoiar no sofá e por trás, pincelou a rola grossa na entrada da minha xoxotinha. Começou a empurrar lentamente. A tora de carne dele foi abrindo espaço e com muita dificuldade foi entrando. ¨-Uh, como você é apertadinha Malu¨, disse. E eu pela primeira vez sentí o que era ser preenchida por inteiro.

Ele começou a bombar, acelerando as metidas. Sentí um misto de prazer e dor. A cada estocada, parecia que minha grutinha ia e voltava junto. Estava sendo alargada e arrombada pela pirocona do Flávio. Aquele foi o maior cacete que tive dentro de mim, até hoje. A cada batida da ponta na entrada da útero, uma dorzinha que nunca havia sentido com meu marido. Aguentei tudo, de início cerrando os dentes e depois, talvez já mais acostumada, fui sentindo que o orgasmo estava vindo. E gozei, gritando um monte de obscenidades.

Flávio sentou no sofá e fui desta vez por cima. Me acomodei bem mais fácil e iniciei a cavalgada. Nisso Moacir e Nice voltaram para a sala. Ela puxando meu marido pelas mãos e ambos pelados. Olhei nos olhos dele, Moacir e ví um olhar de espanto e reprovação. Ele quis dizer alguma coisa, mas Nice o beijou, se posicionou de quatro ao nosso lado e ofereceu o cuzinho para ele.

O marido da Nice já enfiava o dedo no meu cuzinho. E começou a me cantar, querendo meter alí atrás. Do nosso lado, minha amiga sendo enrabada pelo meu maridinho. Na hora pensei em dar o troco, pois não queria perder para ela. Mas...o pau do Flávio já tinha deixado minha bucetinha toda ardida. Imagina que estrago faria no outro buraquinho.

Acelerei a subida e descida até sentir o jato de porra, que me inundou por dentro

Flávio insistiu no anal. Tive medo e não cedi. Aliás, vim a ceder muito tempo depois. Anos depois. Não foi fácil aguentar aquele pauzão alí atrás. Mas entre eu e meu corninho, foi o começo de uma nova vida sexual. Desta vez de forma aberta, moderna e liberal. Sem culpas ou traições. Com muito sexo gratificante.

 

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